O que é diversidade.

 Segundo o Aurélio,diversidade é um termo usado para definir caráter do que, por determinado aspecto, não se identifica com algum outro;  Multiplicidade de coisas diversas.

Nunca nos vimos diante de diversidades como no mundo atual,em todos os sentidos,desde a moda,até a culinária,aos modelos familiares e concordo que abrirmos o nosso leque de compreensão para assimilar tantas mudanças exige um esforço e principalmente um empenho,pois o conforto do já conhecido e sabido é irresistível.

O que falar quando temos que entrar em contato com  a questão da diversidade sexual,sim pois está ao nosso lado,na nossa família entre nossos amigos queridos,e aquilo que seria uma evolução de coceito,de compreensão do outro portanto de amorização,mas que se torna um drama ,uma guerra familiar ou uma fofoca?

Falar em diversidade sexual é primeiramente repensar novos paradigmas culturais, uma vez que temos impregnado em nosso ser valores que nossos pais receberam de seus antepassados e nos repassaram e entre esses valores sempre foi muito forte a dicotomia homem,mulher,não havendo outras possibilidades sem ser seguir a heteronormatividade.

Mas hoje devemos aceitar ,como um movimento sem volta as possibilidades sexuais que sempre existiram ,mas que hoje estão desveladas a realidade social tem mudado Há quatro décadas a legalização do divórcio gerava polêmica tão forte quanto o debate contemporâneo sobre a garantia de plenos direitos para lésbicas, gays, travestis e transexuais (LGBT).

Em 1998, uma pesquisa do Ibope afirmava que 60% dos entrevistados não contratariam um homossexual. No início deste ano, outra pesquisa, da Unesco, mostrou dados preocupantes dos quais podemos destacar que 25% dos estudantes brasileiros não gostariam de ter um colega homossexual.

Hoje não há mais como negar nem camuflar a existência de um novo modelo familiar ,social e nos adaptarmos a ele,através do conhecimento se faz mister para que sejamos cidadãos livres e inseridos no mundo que queremos ver melhor e em paz.

COMENTÁRIOS: 6 comentários

  1. Dra. Márcia, apesar dos lamentáveis comentários que acabei de ler, acredito que, assim como evoluimos em alguns aspectos, científica e teconlógicamente, e até mesmo com relação a tolerância `a diferença do outro, ainda temos muito que evoluir. Assim como não erradicamos a desigualdade social,as misérias do mundo, também somos obrigados a conviver com a ignorância de certas pessoas. Estas que, com certeza, se julgam o modelo de ser humano a ser seguido. Sendo o restante meras aberrações da natureza. Este só pode ser o pensamento de um ser humano pequeno. Pois um verdadeiro Deus só criaria a diversidade p enriquecer sua obra e ensinar a humildade a seus filhos.

  2. Pedro Ribeiro disse:

    Creio que esse conceito de diversidade é muito limitado. Não que isso não esteja englobado, mas diversidade não é só isso. Acho que as pessoas procuram justificativas para seus comportamentos erráticos. Homens não querem ser homens e mulheres não querem ser mulheres. Falta para muita gente consciência de si, pois nem o próprio corpo tiveram a capacidade de compreender e o papel que tem a desempenhar aqui nesse mundinho em que estamos. Então, começou-se a empunhar a bandeira da liberdade sexual e da sacanagem pura para poder se justificar. Está tudo errado mesmo. Mas talvez eu esteja.

  3. R.FLOYD disse:

    DRA.MÁRCIA:

    GOSTARIA MUITO DE SABER SE O SEU DISCURSO SERIA O MESMO, COM A MESMA LEVEZA E CANDURA, IMPREGNADO DE ALTRUÍSMO E COMPREENSÃO, CASO A SRA. TIVESSE UM ESPÉCIME DESSA TAL DE DIVERSIDADE SEXUAL DENTRO DE CASA, INSTALADO (NOTE QUE ESCREVI INSTALADO; MASCULINO) NO SOFÁ DA SALA, PERNINHAS CRUZADAS, ALISANDO OS LONGOS CABELOS, AJEITANDO OS BRINCOS E PIERCINGS, ROENDO AS UNHAS BEM FEITAS, MAS APREENSIVO E ANGUSTIADO PORQUE O NAMORADO AINDA NÃO CHEGARA, DIZENDO CHOROSO:
    - MAMÃE, O RICARDO ESTÁ DEMORANDO TANTO…….

    DUVIDO MUITO!

    R.FLOYD

  4. FRANZ ZEIZTLER disse:

    MÁRCIA:

    Joseph Goebbels em seus discusos dizia:

    “Cada vez que ouço falar em cultura, tenho vontade de puxar meu revólver.”

    Ocorre o mesmo comigo quando ouço falar em diversidade.

    FRANZ ZEIZTLER

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