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	<title>Cine Blog - Blogs A Tribuna</title>
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		<title>Minicrítica de Oblivion</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 11:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Goulart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Riseborough]]></category>
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		<category><![CDATA[Morgan Freeman]]></category>
		<category><![CDATA[Nikolaj Coster-Waldau]]></category>
		<category><![CDATA[Oblivion]]></category>
		<category><![CDATA[Olga Kurylenko]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa ficção-cientifica que mistura diversos elementos de outros clássicos do gênero facilmente reconhecido por qualquer cinéfilo que se preze, desde 2001, uma Odisseia no Espaço, passando por Planeta dos Macacos, Star Trek e até mesmo Matrix, entre tantos outros. É daqueles que contrastam alta tecnologia com um futuro pós-apocalíptico. A história se passa na Terra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/05/oblivion-tom-cruise.jpg"><img class=" wp-image-1667 alignleft" alt="oblivion-tom-cruise" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/05/oblivion-tom-cruise.jpg" width="432" height="324" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Boa ficção-cientifica que mistura diversos elementos de outros clássicos do gênero facilmente reconhecido por qualquer cinéfilo que se preze, desde <em>2001, uma Odisseia no Espaço</em>, passando por <em>Planeta dos Macacos, Star Trek</em> e até mesmo <em>Matrix</em>, entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">É daqueles que contrastam alta tecnologia com um futuro pós-apocalíptico. A história se passa na Terra em 2077, devastada após décadas de uma guerra com uma raça alienígena, resultando inclusive na destruição quase total da Lua, o que contribuiu para a desgraça do nosso planeta. O que se sabe é que os humanos que sobraram estão ou numa espécie de estação espacial ou vivendo em uma outra Lua de outro planeta do Sistema Solar. Cabe ao casal Jack e Victoria monitorar umas estações que sugam água para a sobrevivência do resto da humanidade. Mas é claro que tem mais coisa por trás disso e logo Jack (Tom Cruise) começa a desconfiar dessa história toda.</p>
<p style="text-align: justify;">Algum espectador mais desavisado poderia até se surpreender com a presença de Morgan Freeman a partir da metade do filme, se seu nome não estivesse creditado e ele não aparecesse no trailer. Mas isso é o que dá pra contar sem começar a soltar spoilers e estragar as descobertas que o espectador vai fazendo com prazer ao longo das duas horas de projeção.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo filme dirigido por Joseph Kosinski, que fez antes <em>Tron: O Legado</em> (2010). É dele também a ideia original, criada como graphic novel, cujo direito de filmagem estava com a Disney, que acabou passando para a Universal.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez não tenha força para virar um clássico do gênero. Mas quem sabe um dia possa virar cult&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Oblivion</em>, esse eu recomendo para os meus amigos</p>
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		<title>Minicrítica de Um Bom Partido</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 10:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Goulart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>

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		<description><![CDATA[Direto e reto: uma comédia romântica sem comédia e sem romance. Não provoca o riso nenhuma vez e desperdiça um bom elenco em papéis coadjuvantes insignificantes. Gerard Butler faz um escocês ex-jogador de futebol (o soccer mesmo) que vai atrás da ex-esposa e do filho pequeno nos EUA. Ela está de casamento marcado com outro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/05/um_bom_partido_poster.jpg"><img class=" wp-image-1662 alignleft" alt="um_bom_partido_poster" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/05/um_bom_partido_poster.jpg" width="245" height="360" /></a>Direto e reto: uma comédia romântica sem comédia e sem romance. Não provoca o riso nenhuma vez e desperdiça um bom elenco em papéis coadjuvantes insignificantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Gerard Butler faz um escocês ex-jogador de futebol (o soccer mesmo) que vai atrás da ex-esposa e do filho pequeno nos EUA. Ela está de casamento marcado com outro mas ele ainda alimenta esperanças. Pra ficar mais presente na vida do filho, aceita um emprego como treinador de futebol na escola do garoto. Várias mães dão em cima dele, casadas ou não, entre elas Catherine Zeta-Jones, Uma Thurman e Judy Greer (de <em>Two and a Half Men</em>). Mas o personagem de Butler foge como Diabo da Cruz dessas quarentonas gostosas e oferecidas. Dennis Quaid é outro que é jogado pra escanteio no meio da história pra voltar numa sequência final ridícula, em que sai no tapa com Butler numa baita briga de maricas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um roteiro que não entende nada de futebol nem de jogador. Previsível do começo ao fim, com um final clichê que não surpreende nem a minha vó. Com o perdão do trocadilho infame, &#8220;bola fora&#8221; do italiano Gabriele Muccino, que chamou atenção de Hollywood com o ótimo <em>O Último Beijo</em> (2001, esse sim, eu recomendo). Jessica Biel faz a dona do coração do mocinho, mas a essa altura do campeonato, who cares&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Um Bom Partido</em>, esse eu não recomendo para os meus amigos!</p>
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		<title>Leia a biografia da atriz Cleyde Yaconis, que morreu hoje aos 89 anos</title>
		<link>http://atdigital.com.br/cineblog/2013/04/15/leia-a-biografia-da-atriz-cleyde-yaconis-que-morreu-hoje-aos-89-anos/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 00:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Goulart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cleyde Yaconis]]></category>
		<category><![CDATA[Coleção Aplauso]]></category>
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		<category><![CDATA[grátis]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa Oficial]]></category>

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		<description><![CDATA[Faça o download (nos formatos .pdf ou .txt) ou leia online mesmo a biografia da atriz Cleyde Yaconis, que morreu hoje aos 89 anos. Escrito por Vilmar Ledesma, o livro faz parte da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, e está disponível gratuitamente no link abaixo. Cleyde era uma das mais premiadas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/04/capa.jpg"><img class="size-full wp-image-1654 alignleft" alt="capa" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/04/capa.jpg" width="167" height="250" /></a>Faça o download (nos formatos .pdf ou .txt) ou leia online mesmo a biografia da atriz Cleyde Yaconis, que morreu hoje aos 89 anos.</p>
<p>Escrito por Vilmar Ledesma, o livro faz parte da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, e está disponível gratuitamente no link abaixo.</p>
<p>Cleyde era uma das mais premiadas e consagradas atrizes da dramaturgia nacional.</p>
<p><a href="http://aplauso.imprensaoficial.com.br/livro-interna.php?iEdicaoID=48">http://aplauso.imprensaoficial.com.br/livro-interna.php?iEdicaoID=48</a></p>
<p>Nesse mesmo site, você poderá conferir mais de 300 títulos que resgatam e preservam a memória de nossa arte e cultura.</p>
<p>Uma dica: Se você pretende imprimir em casa, não faça isso! Sai muito mais barato comprar o livro, já que são vendidos a preços populares, em torno de R$15,00.</p>
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		<title>O desafio de ser apenasTherese</title>
		<link>http://atdigital.com.br/cineblog/2013/04/14/o-desafio-de-ser-apenastherese/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 21:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Leon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Audrey Tautou está de novo entre nós, fazendo a mulher inquieta do filme Therèse D., no Miramar. Escrevi (em outubro) sobre essa adorável francesinha, que já mostrou talento tanto nas histórias românticas quanto naquelas marcadas pelos perfis sombrios. Mas ainda não pude conferir Audrey em Therèse e foi uma agradável surpresa quando recebi o comentário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Audrey Tautou está de novo entre nós, fazendo a mulher inquieta do filme <em>Therèse D</em>., no Miramar. Escrevi (em outubro) sobre essa adorável francesinha, que já mostrou talento tanto nas histórias românticas quanto naquelas marcadas pelos perfis sombrios. </strong></p>
<p><strong>Mas ainda não pude conferir Audrey em Therèse e foi uma agradável surpresa quando recebi o comentário feito por Patrícia Widmer, psicóloga que só recentemente entrou para o meu rol de amigos. Pedi permissão para publicar suas impressões sobre o filme, porque suas observações nos conduzem com sensibilidade para o mundo desta mulher que, no início do século passado, almejava coisas incompatíveis com o espírito da época. </strong></p>
<p><strong>Nossa convidada do Cineblog, Patrícia Widmer, é psicóloga junguiana, arte terapeuta e acredita que “o cinema tem uma linguagem parecida com a dos sonhos, aonde aquele que assiste-sonha é quem imprime o sentido”, diz Patrícia, inspirada pelo mestre Carl Jung. Confira sua percepção sobre<em> Therèse D.</em></strong></p>
<div id="attachment_1640" class="wp-caption alignnone" style="width: 217px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/04/therese3.jpg"><img class="size-medium wp-image-1640" alt="Audrey Tautou faz com talento uma atormentada  Therèse" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/04/therese3-207x300.jpg" width="207" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Audrey Tautou faz com talento uma atormentada Therèse</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>O que afinal se passava com Therèse?</em></p>
<p><em>Talvez assim como eu, você tenha saído da sessão após assistir ao último filme do cineasta francês Claude Miller com essa entre outras interrogações.</em></p>
<p><em>Audrey Tatou interpreta a personagem do título capaz de nos provocar atração e repulsa, como tudo aquilo que nos desperta o medo de nossa própria sombra.</em></p>
<p><em>Ela parece padecer de um aprisionamento da alma e tenho a sensação de que é a tensão entre dois opostos que vão lhe delineando o caráter ambíguo, distante, enigmático. De um lado desejo de liberdade e do outro a certeza de sua impossibilidade.</em></p>
<p><em>Tal qual um pássaro que tem seu pescoço quebrado, imagem figurativa que pontua vários momentos do filme, Therèse parece conformar-se a abandonar os anseios e amores da infância, certa de que não seriam acolhidos pelos costumes da aristocracia da época e entregar-se sem resistência ao seu destino.</em></p>
<div id="attachment_1641" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/04/therese2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1641" alt="Uma mulher com ideias própria, mas impróprias para a moral da época" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/04/therese2-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Uma mulher com ideias própria, mas impróprias para a moral da época</p></div>
<p><em>Mas o que pode ser mais caro à alma do que a liberdade? E ainda o que fazer quando o aprisionamento interno é maior do que qualquer restrição ou convenção social a que se tenha de submeter?</em></p>
<p><em>Para o filósofo Spinoza, ser livre significa agir de acordo com sua natureza e talvez seja o encontro com essa natureza, tão cruel, tão triste, tão humana que Therèse nos faz refletir e que nos causa tamanho incômodo.</em></p>
<p><em>“Ainda estou digerindo” comentou uma amiga sobre a película.</em></p>
<p><em>Therèse D. é, sem dúvida, um filme que precisa ser digerido, mas que pode proporcionar àqueles que estiverem dispostos a olhar de perto para sua própria sombra, um mergulho nas profundezas da alma.</em></p>
<p><strong>Patrícia Widmer</strong>, <em>especial para o Cineblog</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><b>FICHA TÉCNICA</b></p>
<p><b>Diretor:</b> Claude Miller</p>
<p><b>Elenco:</b> Audrey Tautou, Gilles Lellouche, Anaïs Demoustier, Catherine Arditi, Isabelle Sadoyan, Francis Perrin, Jean-Claude Calon, Max Morel, Françoise Goubert, Stanley Weber, Alba Gaïa Kraghede Bellugi, Matilda Marty-Giraut, Gérard Bayle, Yves Jacques, Docteur Lebeau, Frédéric Kneip, Jack Delbalat, Jérôme Thibault, Francis Ayliès, Raymond Beyeler</p>
<p><b>Produção:</b> Yves Marmion</p>
<p><b>Roteiro:</b> Claude Miller, Natalie Carter</p>
<p><b>Fotografia:</b> Gérard de Battista</p>
<p><b>Duração:</b> 110 min.</p>
<p><b>Ano:</b> 2012</p>
<p><b>País:</b> França</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Estranho em Mim é perturbador</title>
		<link>http://atdigital.com.br/cineblog/2013/03/21/o-estranho-em-mim-e-perturbador/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 16:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Leon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensei que não ia dar conta de assistir até o fim ao filme O Estranho em Mim, produção alemã de 2008 e que mereceu o pódio na 32ª Mostra Internacional de Cinema de 2010. Faz tempo, então, mas só há algumas semanas fui conferir, por indicação de um outro louco por cinema, mesmo sem buscar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1630" class="wp-caption alignnone" style="width: 264px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/03/estranho11.png"><img class="size-full wp-image-1630" alt="Susanne Wolff mereceu prêmio de Melhor Atriz por sua Rebecca" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/03/estranho11.png" width="254" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Susanne Wolff mereceu prêmio de Melhor Atriz por sua Rebecca</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pensei que não ia dar conta de assistir até o fim ao filme O Estranho em Mim, produção alemã de 2008 e que mereceu o pódio na 32ª Mostra Internacional de Cinema de 2010. Faz tempo, então, mas só há algumas semanas fui conferir, por indicação de um outro louco por cinema, mesmo sem buscar qualquer referência que não a indicação do amigo. Ir descobrindo a história – a depressão pós-parto de uma jovem mãe &#8211; foi instigante, ao mesmo tempo que me colocava diante de um assunto sério e que pode não agradar a todos os públicos. No entanto, ouso dizer que é um trabalho que pode ajudar profissionais de diversas áreas (médicos, psicólogos, terapeutas) a entender melhor o assunto.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Rebecca está na reta final da gestação, trabalhando na sua pequena loja de flores, e aparentemente em paz com o barrigão que carrega. A conversa carinhosa com o bebê inquieto dentro dela deixa claro que está para começar uma longa conversa de mãe e filho, esse encontro arquetípico que define vidas  e a própria humanidade. Mas, imediatamente após o parto, parece que um fio é desligado em Rebecca (na interpretação contida e intensa de Susanne Wolff, que mereceu também o prêmio de melhor atriz na mostra internacional) e ao receber o filho para amamentar, o seu olhar de ausência (mais do que indiferença) denuncia que algo se rompeu dentro dela. </span></p>
<div id="attachment_1631" class="wp-caption alignnone" style="width: 269px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/03/estranho3.png"><img class="size-full wp-image-1631" alt="O casamento não resiste ao caos que se instala por conta da doença de Rebecca" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/03/estranho3.png" width="259" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">O casamento não resiste ao caos que se instala por conta da doença de Rebecca</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Impressão incômoda que vai crescendo à medida que ela mais e mais se distancia do filho, a ponto de quase abandoná-lo à própria sorte. Por exemplo, ela o esquece em um ponto de ônibus, segue viagem e ao voltar para resgatar a criança encontra-a cercada de pessoas que, àquela altura, já chamaram a polícia. Apesar de todo o comportamento esquisito de Rebecca, que se recusa até ao sexo com o marido, ninguém à sua volta parece notar o desequilíbrio que se instalou. O auge da perturbação da moça, em um momento de tensão, é quando ela vai dar banho no bebê e claramente cogita em afogá-lo.</span></p>
<div id="attachment_1632" class="wp-caption alignnone" style="width: 208px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/03/estranho2.png"><img class="size-full wp-image-1632" alt="Momento tenso, de uma mãe no auge da depressão pós-parto" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/03/estranho2.png" width="198" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Momento tenso, de uma mãe no auge da depressão pós-parto</p></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Não, não é um filme de terror, embora a sensação seja esta. A diretora Emily Atef teve coragem para meter a mão em um assunto que passa meio escondido das pessoas em geral e leva isso sem sobretons. A mãe depressiva, que num ato instintivo não sacrifica o filho, simplesmente foge, desatinada, e mergulha em silêncio profundo, é separada do filho e passa a ser tratada por profissionais que a enxergam dentro da sua doença e de lá tentam resgatá-la. O trabalho dos envolvidos, do qual até o ex-marido (sim, eles acabam se separando, porque Rebecca passa a ser vista como uma aberração) participa, é lento, difícil, incerto. E fica claro que tratar a depressão pós-parto – ou melhor, identificar e tratar – é um compromisso que exige muito da família, sem garantias de que o núcleo vá se recompor. Em O Estranho em Mim esse final feliz até acontece, mas é evidente que as experiências vividas por todos cobrará um alto preço no desenvolvimento da nova relação tanto do casal quanto familiar.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fiquei tão impressionada com o filme que fui pesquisar mais sobre o assunto e encontrei uma entrevista muito boa com o médico Dráuzio Varella, em que ele esclarece a diferença entre tristeza pós-parto, que é quase fisiológica e pode atingir entre 50 e 80% das mulheres, e a depressão pós-parto, que atinge em torno de 10 a 15% e deixa a mulher incapacitada, com riscos para ela e para a criança. Enquanto a tristeza tende a desaparecer naturalmente em cerca de 15 dias, no máximo, a depressão pode se estender e se tornar crônica. Se você quiser saber mais sobre o assunto, vale conferir a entrevista completa acessando http://drauziovarella.com.br/mulher-2/depressao-pos-parto-3/</span></p>
<p align="JUSTIFY"><strong>O Estranho em Mim (Das fremde in mir) -</strong>  Alemanha , 2008   - 99 min.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Emily Atef</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Emily Atef</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Susanne Wolff, Johann von Buelow, Maren Kroymann, Hans Diehl, Judith Engel, Dörte Lyssewski</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Um voo, um piloto, uma verdade dura</title>
		<link>http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/27/um-voo-um-piloto-uma-verdade-dura/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 21:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Leon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Da maneira como o filme O Voo é apresentado, tem-se a ideia de que é mais uma daquelas fitas sobre catástrofe aérea, com um piloto bêbado tentando pousar seu avião depois de uma pane. Não fosse uma produção assinada por Robert Zemeckis (Forrest Gump, O Náufrago, A Morte lhe Cai Bem) e com Denzel Washington [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1619" class="wp-caption alignnone" style="width: 268px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/DENZEL1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1619" alt="Denzel Washington tem desempenho brilhante como o piloto Whip Whitaker" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/DENZEL1-258x300.jpg" width="258" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Denzel Washington tem desempenho brilhante como o piloto Whip Whitaker</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;">Da maneira como o filme <em><strong>O Voo</strong></em> é apresentado, tem-se a ideia de que é mais uma daquelas fitas sobre catástrofe aérea, com um piloto bêbado tentando pousar seu avião depois de uma pane. Não fosse uma produção assinada por Robert Zemeckis (<em><strong>Forrest Gump, O Náufrago, A Morte lhe Cai Bem</strong></em>) e com Denzel Washington (que dispensa qualquer comentário), magistral como o piloto Whip Withaker, e talvez eu não o colocasse na agenda dominical. Naquela sessão de 12h30, com risco menor de ter vizinhos que carregam para a sala de projeção um balde de pipoca e barulhentas latinhas de refrigerante. Só um desabafo&#8230;</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><em><strong>O Voo</strong> </em>é um filme pedagógico, mas não recomendável para criancinhas. É daqueles que podem funcionar como um recado forte aos que estão padecendo por conta do consumo de álcool e/ou drogas, ou estão próximos de pessoas que entram por esse túnel sombrio e não encontram a saída. Quando se trata de álcool e drogas, não há receitas infalíveis, pois o que funciona para um pode ser frustrante para outro. Existe tentativa, investimento, conscientização, trabalho árduo, solidariedade&#8230; e nenhuma certeza do que vai funcionar.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;">Whip acorda ao lado de Trina, tendo na cabeceira um cinzeiro lotado de pontas de cigarro, e em vez de escovar os dentes ele “molha” a garganta com um resto de suco de laranja “temperado” com vodca. Para despertar mesmo ele se vale de uma carreira de cocaína. Assim calibrado, Whip está pronto para um voo curto, e é neste trajeto que a vida dele se decide.</span></p>
<div id="attachment_1620" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/AVIAO.jpg"><img class="size-medium wp-image-1620" alt="Whip salva muitas vidas, mas a dele pode estar bem encrencada depois do acidente" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/AVIAO-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Whip salva muitas vidas, mas a dele pode estar bem encrencada depois do acidente</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;">Em sequência eletrizante, o avião entra numa sucessão de panes e exige do piloto (agora, mais calibrado ainda com outra dose de suco de laranja e vodca) uma perícia que, se confirma mais tarde, poucos caras conseguiriam. Estar &#8220;chapado&#8221;como ele estava nao invalidou suas manobras para sair do sufoco. Vidas estão salvas, a imprensa corre atrás do herói, mas ele sabe que não merece aquilo tudo. Nem mesmo quando seu casamento acabou, nem o filho que o ignora têm peso suficiente para fazer Whip repensar comportamento. Aliás, nem mesmo a perspectiva de pegar prisão perpétua – quando exames toxicológicos detectam aquelas substâncias em seu sangue – exerce pressão suficiente.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;">Quanto mais ele entorna garrafas de cerveja e bebe vodca no gargalo, mais a gente se pergunta qual trator fará Whip puxar o freio de mão. O discurso de que pode parar quando quiser, que parece ser o da maioria das pessoas com dependência química, sustenta o fio da navalha por onde caminha o homem à beira da ruína. À volta dele, um tanto de gente se mexe (a amiga Nicole, o advogado do sindicato, um colega dos velhos tempos, uma comissária de bordo que se salvou naquele acidente), na tentativa de defender a bola que já bateu algumas vezes no travessão. Mas a dependência se agiganta e sai atropelando o caminho que outros tentam pavimentar. </span></p>
<div id="attachment_1621" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/JULGAMENTO.jpg"><img class="size-medium wp-image-1621" alt="O julgamento mais severo 'e o da pr'opria consci^encia e Whip se confronta com isso" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/JULGAMENTO-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">O julgamento mais severo &#8216;e o da pr&#8217;opria consci^encia e Whip se confronta com isso</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;">Apesar de toda a habilidade do advogado contratado para defendê-lo, Whip consegue estragar o resultado que já era quase certo &#8211; em outra sequência de forte impacto, brilhante, ao lado de John Goodman, como o impagável Harling Mays &#8211; e que ele até se esforçou para arrematar bem. Segue-se o grande confronto. Não do piloto e sua implacável inquisidora, mas dele com seus próprios atos.<br />
</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;">O filme de Zemeckis é, como eu disse, pedagógico. Amarra as situações e expõe as entranhas do vício e do estrago que ele faz na vida não apenas do dependente, mas de todos os que o braço implacável do vício alcança. Denzel Washington tem mais um desempenho de mestre, ora arrogante, ora perdido, mas todo o tempo com o olhar de quem pede ajuda. Mas o filme também deixa bem claro que a ajuda mais efetiva é a que nos chama do fundo da consciência. Só a partir desta dimensão do indivíduo é que se tem chance de renascer.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Elenco: Denzel Washington, Don Cheadle, Melissa Leo, John Goodman, Kelly Reilly, James Badge Dale, Bruce Greenwood, Brian Geraghty.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>AO VIVO: CineBlog acompanha o Oscar 2013 em TEMPO REAL!</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 21:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Goulart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda como funciona: Os comentários serão postados de cima pra baixo, sendo o mais recente sempre no topo da página. Caso sua página não atualize sozinha, aperte a tecla F5 (atualizar). &#160; 02h32 Balanço geral da noite. Nenhum prêmio injusto, além da maior injustiça de todas que foi deixar de fora Ben Affleck como Diretor. Não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000;">Entenda como funciona:</span></strong></p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">Os comentários serão postados de cima pra <strong>baixo</strong>, sendo o mais recente sempre no topo da página.</span></strong></li>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">Caso sua página não atualize sozinha, aperte a tecla F5 (atualizar).</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/argo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1611" alt="argo" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/argo.jpg" width="544" height="382" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">02h32 Balanço geral da noite. Nenhum prêmio injusto, além da maior injustiça de todas que foi deixar de fora Ben Affleck como Diretor. Não tem cabimento o filme com Melhor Roteiro, Melhor Montagem e o MELHOR FILME do ano ficar sem o premio de MELHOR DIRETOR. Foi feito como? Obra do Espírito Santo? OK, Ang Lee é um baita diretor, merece seu prêmio por Pi, um belo filme. Spielberg merece até ser nome de prêmio na Academia.  Mas foi sacanagem com o canastra do Ben Affleck, que até como ator melhorou bastante. E tem se mostrado um cara muito centrado e realmente talentoso. Em nenhum momento descambou a esculachar a Academia. E passou meio batido mas George Clooney ganhou outro Oscar. Agora como Produtor do Melhor Filme do ano. Só Clooney e Walt Disney foram indicados a 6 categorias diferentes no Oscar! Que baita feito para um artista. A cerimônia teve seu ponto alto na homenagem aos musicais, mas falhou na homenagem a 007 (bem preguiçosa), ainda que Goldfinger tenha sido incrível com Shirley Bassey. A participação dos Vingadores foi vergonhosa, totalmente sem graça, e Seth MacFarlane foi mediano como apresentador. Adoro ele, sou super fã, adoro Family Guy e Ted, e justamente por isso, senti que faltou o esculacho, o lado Rick Gervais de deixar a platéia sem graça. Suas piadas em Uma Família da Pesada são destruidoras! Foi muito &#8220;controlado&#8221;, não sei se por medo, ou por controle dos produtores. Acho que faltou coragem. Foi legal a participação de William Shatner, mas mostrou bem a paranóia de Seth com &#8220;o que vão falar no dia seguinte&#8221;. Acho que isso deve ter pesado. No mais, vale um comentário sobre o prêmio para Jennifer Lawrence. Ela fez um bom papel num filme mediano. Mereceu o prêmio? Hum&#8230;. talvez. Ela tem muito chão pela frente, com seus 22 anos. Naomi e Riva estavam tão boas quanto. A pequenina Quvenzhané Wallis também tava uma graça. Chastain? Nem tanto, normal. Mas será que não era o caso de premiar uma velhinha de 85 anos, que fazia aniversário hoje, que fez grandes filmes do cinema europeu, alguns clássicos? Não estou dizendo que Lawrence não merecia, mas se com 22 anos ela tem sua segunda indicação, certamente não faltarão oportunidades. Ao mesmo tempo, também acho que Riva deveria se contentar com uma Palma de Ouro, um Urso de Ouro, um Leão de Ouro. Não que sejam prêmios menores, mas para a carreira dela, como européia, talvez seja até mais representante. É aquela tecla que se bate sempre, o Oscar é um prêmio do cinema americano, feito por americanos, para americanos. Michele Obama não nos deixa mentir. De vez em quando, um ou outro estrangeiro consegue furar essa barreira e invadir a praia deles. Quando se concorre contra filmes sobre Lincoln, outro com a captura de Bin Laden e um filme sobre diplomatas americanos no Irã&#8230; subentende-se todo o resto. Veja bem, isso não é uma crítica, é apenas uma observação. Resultado final da noite? Prêmios bem distribuidos, bem balanceados. Não dá pra dizer que alguém saiu injustiçado. Claro, menos o Ben Affleck!</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/oscar2013.jpg"><img class="aligncenter" alt="oscar2013" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/oscar2013.jpg" width="610" height="340" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">02h02 Comentários ainda não acabaram. Em 10 minutos posto aqui um balanço geral da noite!</li>
<li style="text-align: justify;">01h53 E o grande vencedor da noite, Melhor Filme fica com <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/14/videoblog-argo/">Argo</a>. Go Ben Affleck! Esculacha a Academia!</li>
<li style="text-align: justify;">01h48 Melhor Ator é Day-Lewis. Nada mais fácil de acertar! Nada mais justo! Lenda viva!</li>
<li style="text-align: justify;">01h43 Melhor Atriz vai para Jennifer Lawrence. 22 anos ainda! Coitada da Riva, com seus 85! Daqui a pouco comento mais sobre esse prêmio.</li>
<li style="text-align: justify;">01h35 Oscar de Direção para Ang Lee. Tinha apostado no Deus do Cinema &#8211; Spielberg. Errei. Mas não fiquei triste. Ang Lee também merece. Claro que Spielberg merece mais pelo conjunto da obra, mas isso são outros 500.</li>
<li style="text-align: justify;">01h27 Roteiro Original para o Tarantino. O que dizer de um cara que já é adjetivo no Cinema? Ele é praticamente um &#8220;gênero&#8221;. Mestre do roteiro. Show! Viva!</li>
<li style="text-align: justify;">01h25 Roteiro Adaptado para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/14/videoblog-argo/">Argo</a>. Boa, roteiro excelente. Agora é rumo ao Melhor Filme!</li>
<li style="text-align: justify;">01h16 Melhor Canção ficou com Skyfall. Óbvio! Nenhuma surpresa! Perfeita!</li>
<li style="text-align: justify;">01h14 Norah Jones, delícia! Pensa bem, um Oscar com Adele, Norah Jones, Zeta-Jones, Elenco de Miserables, Barbra, Shirley, Hudson, uow&#8230;. que show!</li>
<li style="text-align: justify;">01h11 Trilha diferente, exótica, vale conhecer. <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/19/1472/">As Aventuras de Pi</a> foi o vencedor. Bacana.</li>
<li style="text-align: justify;">01h09 Elenco de Chicago apresenta o prêmio de Trilha Musical. Legal vê-los juntos novamente!</li>
<li style="text-align: justify;">01h00 Homenagem aos falecidos</li>
<li style="text-align: justify;">00h50 Primeiro prêmio para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/29/videoblog-lincoln/">Lincoln</a>, Direção de Arte. É, realmente é impecável.</li>
<li style="text-align: justify;">00h37 Skyfall + Adele = favorita</li>
<li style="text-align: justify;">00h33 O primeiro para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/14/videoblog-argo/">Argo</a>. Montagem. Significativo! Deve levar Melhor Filme mesmo!</li>
<li style="text-align: justify;">00h30 Desde 1969 que não tinha um empate no Oscar! Só tinha acontecido 2 vezes na história! Quando Katharine Hepburn levou por <em><strong>O Leão no Inverno </strong></em>e Barbra Streisand por <em><strong>Funny Girl &#8211; A Garota Genial</strong></em></li>
<li style="text-align: justify;">00h24 Anne Hathaway leva o de Coadjuvante por <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/06/videoblog-os-miseraveis/">Os Miseráveis</a>. Ótimo. Apesar da participação dela ser curta no filme. Mas vale pelo &#8220;I Dreamed a Dream&#8221;. Gostei, ela é uma ótima atriz e tem muito futuro pela frente. Ainda vai ganhar outros!</li>
<li style="text-align: justify;">00h19 Essa piada do <em><strong>Noviça Rebelde</strong></em> foi <em>roots</em>. Meia dúzia entendeu! Só cinéfilo mesmo.</li>
<li style="text-align: justify;">00h12 Agora as categorias mais impossíveis de acertar no bolão. <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/06/videoblog-os-miseraveis/">Os Miseráveis</a> leva Mixagem de Som. E um empate! Fazia tempo que não tinha empate!   Edição de Som vai para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/22/videoblog-a-hora-mais-escura/">A Hora Mais Escura</a> e <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/01/videoblog-007-operacao-skyfall/">007: Operação Skyfall</a></li>
<li style="text-align: justify;">00h11 Haha adoro essas interações com desenhos animados e bichinhos de pelúcia no Oscar. <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/09/28/videoblog-ted/">Ted</a> a melhor comédia de 2012.</li>
<li style="text-align: justify;">00h04 Russel Crowe foi peitudo de cantar Ao Vivo! Macho pacas! O pior do filme não se amedrontou perto dos colegas! Ao contrário da Renée Zellweger que arregou quando <em>Chicago</em> foi indicado, dez anos atrás.</li>
<li style="text-align: justify;">00h02 Essa mina que faz a Eponine é ótima. To adorando essas apresentações musicais!</li>
<li style="text-align: justify;">23h54 Toda atenção agora para o numero Musical. MEUUUU DEUSSSS Olha essa ZETA JONES&#8230;&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">23h52 Nenhuma novidade. <em><strong>Amor</strong> </em>ganhou como Melhor Filme estrangeiro. Filme chatíssimo e tristíssimo. Não recomendo pra ninguém. Ô sofrimento&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">23h50 Simon Chinn, codiretor vencedor do doc longa, levou seu segundo premio na categoria. Ganhou antes por <em>O Equilibrista</em> (Man on a Wire), um doc exibido aqui no Brasil que é muito bom, sobre um equilibrista que atravessou as torres gemeas num cabo de aço.</li>
<li style="text-align: justify;">23h49 Trilha de Background da noite só com clássicos do cinema. Legal!</li>
<li style="text-align: justify;">23h45 Vi agora no twitter que o doc curto foi realizado com doações de @kickstarter. Bacana!</li>
<li style="text-align: justify;">23h43 Doc longa vai para <em>Searching for Sugar Man</em>. Não vi, mas Docs indicados ao Oscar sempre são interessantes&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">23h35 <em>Inocente</em> leva o de doc curto. No comments&#8230; também não dá pra ver tudo né!</li>
<li style="text-align: justify;">23h33 <em>Curfew</em> leva o de Curta. Filme tristinho&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">23h25 Goldfinger é um dos melhores temas de 007. Mas a homenagem foi bem preguiçosa. Clipinho promocional que se vê no Box da Série. Se trouxessem Sean Connery e cia no palco ia ser muito mais tesão. Imagina, todos eles, um ao lado do outro?!</li>
<li style="text-align: justify;">23h22 Homenagem a 007. Agora é sem piscar!</li>
<li style="text-align: justify;">23h19 Pela primeira vez o premio chama Maquiagem e Cabelos (a categoria sempre premiou cabelereiros e maquiadores, mas só chamava Maquiagem). Levou <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/06/videoblog-os-miseraveis/">Os Miseráveis</a>. Todos ficaram impressionados com as transformaçoes de Hugh Jackman, no começo e no final do filme.</li>
<li style="text-align: justify;">23h17 Um dos únicos que não vi ainda. <em><strong>Anna Karenina</strong></em> leva o de Figurino. Tem cara de ser lindo mesmo. Eu tinha apostado nesse!</li>
<li style="text-align: justify;">23h10 Efeitos Visuais para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/19/1472/">As Aventuras de Pi</a>. E os caras faliram! É&#8230; não tá fácil pra ninguém. Prêmio justo! Não dá pra distinguir o que é real e o que é fake no filme! hahaha música do Tubarão pra cortar o discurso foi ótimo!</li>
<li style="text-align: justify;">23h09 Fotografia para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/19/1472/">As Aventuras de Pi</a>, do chileno Claudio Miranda. Merecidíssimo. Mas, sim, é um absurdo o fotógrafo de <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/01/videoblog-007-operacao-skyfall/">007: Operação Skyfall</a> não ter sido premiado até hoje. Já são 10 indicações que ele perde.</li>
<li style="text-align: justify;">23h05 Que moral hein Vingadores! Mas foi bem sem graça, anunciaram tanto que achei que eles iam entrar fantasiados e voar pela platéia.</li>
<li style="text-align: justify;">23h01 Essa foi minha crítica de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HZJ2OBYl7VQ">Valente</a></li>
<li style="text-align: justify;">23h. Não gostei de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HZJ2OBYl7VQ">Valente</a>, que levou o Oscar de Longa de Animação. Um dos mais fracos da Pixar. Votaram sem ver, por ser da Disney.</li>
<li style="text-align: justify;">22h57 Oba, ganhou &#8220;<a href="http://videolog.tv/video.php?id=932917">O Avião de Papel</a>&#8221; (Paperman), curta de animação. Lindo</li>
<li style="text-align: justify;">22h56 Ainda que ache que Waltz fez um papel semelhante com o do Oscar anterior dele, em <em>Bastardos Inglórios</em>. Ainda assim, dentre os demais concorrentes, não foi errado ter ganhado.</li>
<li style="text-align: justify;">22h51 Primeiro prêmio da noite: Coadjuvante para <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/24/videoblog-django-livre/">Christoph Waltz</a>! Segundo Oscar, pelo segundo filme do Tarantino! O cara é bom, o papel é ótimo. De Niro é uma lenda, sempre merece um Oscar (mas nesse papel não achei nada demais). Também não vi motivo para o Lee Jones ganhar. OK, justo.</li>
<li style="text-align: justify;">22h43 Harry Potter já fez musical na Broadway. Mas é estranho ver ele cantando e dançando. Gordon-Levitt é bem melhor.</li>
<li style="text-align: justify;">22h36 Agora sim, esse é o Seth que a gente conhece. Cantando os filmes onde todas as atrizes pagam peitinho!</li>
<li style="text-align: justify;">22h35 Caraca!! Capitão Kirk! Já valeu a noite! Vida Longa e próspera!</li>
<li style="text-align: justify;">22h31 Sou fã de Seth. Torço por ele.</li>
<li style="text-align: justify;">22h:25 5 minutos para começar. Peguem suas cocas-colas. Última chance para ir ao banheiro!</li>
<li style="text-align: justify;">22:20 Twitter da Crítica Ana Maria Bahiana: só george clooney e walt disney foram indicados em seis categorias diferentes. &#8220;agora só me falta criar a clooneylandia&#8221;. ahahahahahahha</li>
<li style="text-align: justify;">22:14 Como pode a Kristin Chenoweth ser tão boa nos palcos e cantando com uma voz tão irritante dessas?</li>
<li style="text-align: justify;">22h05: George Clooney é tão gente boa que ficou dando autógrafo pra galera da plateia! E pode sair com um Oscar como o produtor de <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/14/videoblog-argo/">Argo</a>. Pois é, além de ator já foi indicado como Diretor e Roteirista!</li>
<li style="text-align: justify;">21h59: OK, tapete vermelho. Já deu. Podia começar logo né&#8230;.</li>
<li style="text-align: justify;">21h51: Ansioso pelos números musicais da noite. Turma de <em>Chicago</em>, homenagem a 007&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">21h47: <a href="https://twitter.com/search?q=%23gobenaffleck"><s>#</s>gobenaffleck</a> Esculacha a Academia e termine a noite com seu segundo Oscar, seu canastrão! Sacanagem o que fizeram com <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/14/videoblog-argo/">Argo</a>.</li>
<li style="text-align: justify;">21h44: Sério, não consigo entender essa mulherada falando mal de vestidos e cabelos dessas Deusas Hollywoodianas. Pra mim, se tivessem vestidas com um saco de estopa estariam incríveis. Tem cabimento falar mal da Jennifer Anniston? Hathaway? Fala mal da mãe do Bradley Cooper, que matou um ganso e botou no pescoço&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">21h41: Zapeando entre o E! e a TNT. Só na redundância.</li>
<li style="text-align: justify;">21h30: Só blablabla no E!. Nada de novo por enquanto&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">21h21: Curioso que existe tietagem até entre astros do primeiro escalão. Joseph Gordon-Levitt se apresentando para Dustin Hoffman, dizendo que é grande fã e tal&#8230; mó barato!</li>
<li style="text-align: justify;">21h19: Anne Hatthaway é linda e talentosa. Não canso de repetir. OK, confesso que tenho uma quedinha por ela&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">21h16: Mulherada se matando de falar mal dos vestidos/cabelos/maquiagem nas redes sociais. Não entendo do assunto, mas não vi ninguém ridícula até agora. Até a chata da gótica da Helena Bonham-Carter meio decente (ao modo dela, claro!).</li>
<li style="text-align: justify;">21h13: Charlize Theron linda até quase careca.</li>
<li style="text-align: justify;">21h12: Catherine Zeta-Jones no Red Carpet. Maravilhosamente linda, parece que não envelheceu esse tempo todo que ficou longe das telas. E Michael Douglas, que se recuperou de um cancer recentemente, está muito melhor do que umas fotos em que apareceu meses atrás.</li>
<li style="text-align: justify;"> 21h: Começou o Red Carpet. Enquanto isso, aproveite e assista as minicríticas feitas pelo CineBlog sobre os principais indicados! Links abaixo</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">Se você não tem o E!, acompanhe o Red Carpet pelo <a href="http://www.nytimes.com/projects/oscars/2013/index.html?rcp_id=39621">NY TImes</a></span></li>
</ul>
<p><strong>Confira as minicríticas dos indicados ao Oscar aqui no CineBlog:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/22/videoblog-a-hora-mais-escura/">A Hora Mais Escura</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/18/videoblog-o-voo/">O Voo</a></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>O Lado Bom da Vida </strong>(<a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/04/videoblog-o-lado-bom-da-vida/">Veja o Vídeo</a> ou leia o <a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/14/o-bom-da-vida-e-que-pode-dar-certo/">texto de Vera Leon</a>)</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/06/videoblog-os-miseraveis/">Os Miseráveis</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/29/videoblog-lincoln/">Lincoln</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/24/videoblog-django-livre/">Django Livre</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2013/01/19/1472/">As Aventuras de Pi</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/14/videoblog-argo/">Argo</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/12/14/videoblog-o-hobbit-uma-jornada-inesperada-sem-spoilers/"> O Hobbit: Uma Jornada Inesperada</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/11/01/videoblog-007-operacao-skyfall/">007: Operação Skyfall</a></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-align: justify;">Nunca viu esse cara que está apresentando o Oscar? Ele é o Seth MacFarlane, americano de 39 anos, criador dos desenhos </span><em style="text-align: justify;"><strong>Uma Família da Pesada </strong></em><span style="text-align: justify;">(Family Guy), </span><em style="text-align: justify;"><strong>American Dad!</strong></em><span style="text-align: justify;"> e </span><em style="text-align: justify;"><strong>The Cleveland Show</strong></em><span style="text-align: justify;">&#8220;. E é também o diretor e roteirista de </span><strong style="text-align: justify;"><em>Ted</em></strong><span style="text-align: justify;">, a melhor comédia do ano passado! (</span><a style="text-align: justify;" title="TED" href="http://atdigital.com.br/cineblog/2012/09/28/videoblog-ted/">veja a crítica em vídeo do CineBlog aqui</a><span style="text-align: justify;">). Seth também é cantor e tem um CD muito legal chamado </span><em style="text-align: justify;">Music Is Better Than Words</em><span style="text-align: justify;">.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/Seth.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-1531" alt="Seth" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/Seth.jpeg" width="525" height="315" /></a></p>
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		<title>VideoBlog &#8211; A Hora Mais Escura</title>
		<link>http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/22/videoblog-a-hora-mais-escura/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 22:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Goulart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Videoblog]]></category>
		<category><![CDATA[Hora Mais Escura]]></category>
		<category><![CDATA[Osama Bin Laden]]></category>

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		<description><![CDATA[CineBlog do jornal A Tribuna (de Santos) com o crítico de cinema Felipe Goulart sobre o filme &#8220;A Hora Mais Escura&#8221;. Câmera e Edição: Cláudio Vitor Vaz. Acompanhe o CineBlog em‪ http://atdigital.com.br/cineblog/    E curta nossa FanPage no Facebook ‪http://www.facebook.com/cineblogatribuna]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Q7zOAq6k0R8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
CineBlog do jornal A Tribuna (de Santos) com o crítico de cinema Felipe Goulart sobre o filme &#8220;A Hora Mais Escura&#8221;.<br />
Câmera e Edição: Cláudio Vitor Vaz. </p>
<p>Acompanhe o CineBlog em‪ http://atdigital.com.br/cineblog/   <br />
E curta nossa FanPage no Facebook ‪http://www.facebook.com/cineblogatribuna</p>
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		<title>VideoBlog &#8211; O Voo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 18:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Goulart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Flight]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Zemeckis]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/nAWxd4RcALI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>CineBlog do jornal A Tribuna (de Santos) com o crítico de cinema Felipe Goulart sobre o filme &#8220;O Voo&#8221;.<br />
Câmera e Edição: Cláudio Vitor Vaz. </p>
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		<title>O bom da vida é que pode dar certo</title>
		<link>http://atdigital.com.br/cineblog/2013/02/14/o-bom-da-vida-e-que-pode-dar-certo/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 16:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Leon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegar mais cedo em casa e acompanhar, incrédulo, um estranho rastro de calcinha, gravata, sapatos espalhados pela sala e escada, até se deparar com a amada esposa no chuveiro com o professor de História, é para fazer surtar até um santo. Quem condenaria Pat Solitano (Bradley Cooper) por socar o sujeito até quase matá-lo? Mesmo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1507" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/ladobom2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1507" alt="Um jovem casal bastante perturbado, mas com muita vontade de acertar é a tônica do filme em cartaz na Cidade" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/ladobom2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Um jovem casal bastante perturbado, mas com muita vontade de acertar é a tônica do filme em cartaz na Cidade</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Chegar mais cedo em casa e acompanhar, incrédulo, um estranho rastro de calcinha, gravata, sapatos espalhados pela sala e escada, até se deparar com a amada esposa no chuveiro com o professor de História, é para fazer surtar até um santo. Quem condenaria Pat Solitano (Bradley Cooper) por socar o sujeito até quase matá-lo? Mesmo cheio de razão, Pat exagera nos tapas e, por conta da fúria com que reagiu, vai parar num hospital psiquiátrico, onde fica em tratamento por alguns meses, até receber alta médica e ser resgatado pela mãe e levado para casa. É o ponto de partida para o diretor David O. Russell (<strong>O Vencedor</strong>/2010, que rendeu Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Christian Bale) começar a mostrar <strong>O Lado Bom da Vida</strong>, filme indicado a oito estatuetas: melhor filme, direção, ator (para Cooper), atriz (Jennifer Lawrence), ator e atriz coadjuvante (Robert De Niro e Jacki Weaver).</span></p>
<p align="JUSTIFY"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Só que todo mundo (os pais, os amigos, a vizinhança) fica de olho no rapaz, avaliando o quanto ele pode andar solto por aí, sem se envolver em outras confusões. Até porque ele volta com uma idéia fixa e faz de tudo para conseguir aliados: reatar com a mulher, Nikki, acreditando que ela o ama ainda, apesar de ninguém apostar que isso possa dar certo. Aliás, apostar é quase uma palavra de ordem na casa de Pat, porque o pai dele (vivido por De Niro) é, literalmente, obsessivo e compulsivo, e tenta arrastar o filho para o seu transtorno. Mas, a bem da verdade, à volta de Pat só tem gente, digamos, esquisita. Como a Tiffany, apresentada a ele por um casal de amigos (também com suas instabilidades) e que lida, do jeito dela, com a morte do marido policial, em circunstâncias dramáticas. </span></span></p>
<div id="attachment_1508" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/lado-bom1.png"><img class="size-medium wp-image-1508" alt="Pat (Bradley Cooper) e Tiffany (Jennifer Lawrence) têm química muito boa" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/lado-bom1-300x199.png" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Pat (Bradley Cooper) e Tiffany (Jennifer Lawrence) têm química muito boa</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Nada nessas circunstâncias tira o ânimo do rapaz, até porque Pat tem certeza (aprendeu no hospital) que a vida tem seu lado bom, positivo, conceito que ele resume em uma palavra: Excelsior!, (algo como <i>sempre pra cima</i>) quase um código, uma senha para se livrar do tempo ruim. Que não demora a chegar, claro, porque o passado o atormenta e ninguém está a fim de ajudar Pat a reatar com Nikki. Só a intempestiva Tiffany, desde que ele se comprometa a ser seu par em um concurso de danças. Explosiva e sem papas na língua, a moça choca com seus rompantes, seu comportamento e sua história, mas ela acena com o melhor dos horizontes ao concordar em reaproximar aqueles dois.</span></p>
<div id="attachment_1509" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/ladobom3.png"><img class="size-medium wp-image-1509" alt="Robert De Niro faz um pai problemático, com transtorno obsessivo compulsivo" src="http://atdigital.com.br/cineblog/wp-content/uploads/2013/02/ladobom3-300x168.png" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Robert De Niro faz um pai problemático, com transtorno obsessivo compulsivo</p></div>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">O Lado Bom da Vida é fiel ao propósito de ser uma comédia romântica, e passa um pouco à margem daquele tom meio boboca que caracteriza as produções no gênero. Nem dá para ser assim tão sonso, porque o casal central tem que lidar, todo o tempo, com suas loucuras. E elas são pertinentes, humanas, às vezes muito bizarras, e a gente torce por eles descaradamente, porque ninguém merece ser perdedor todo o tempo.  Pat sofre o estigma de ter sido traído, de ter passado uma temporada internado no sanatório, de ter sido gordo (faz de tudo para continuar perdendo peso e reconquistar a ex) e ainda investe energia cercando Nikk. A espevitada Tiffany tem um currículo que a coloca na linha de frente das desconfianças do bairro _ tipo meu passado me condena _  que tira da moça qualquer véu de inocência e a torna imprevisível.  </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">O longa tem um ritmo que se mantém todo o tempo, diálogos fortes, ágeis, inteligentes. E tudo vai muito bem até que o diretor deixa escapar a intenção inicial (será que havia mesmo?) de aprofundar as neuroses humanas, com seus dramas e bizarrices, para adotar o manual de <em>happy end</em>, no estilo beijo na boca e &#8220;eu amo você&#8221;.  A gente até sabe que vai dar nisso mesmo, mas podia  ser menos óbvio, menos pronto, menos <em>excelsior!.</em> O próprio Pat diz, em algum momento, que Tiffany teve que entrar na loucura dele para poder entendê-lo. É mais ou menos por aí quando a gente ama, no compasso do &#8220;na alegria e na tristeza, na saúde e na doença&#8221;. Senti falta de continuar torcendo por Pat e Tiffany, os que me encantaram no começo da história.</span></p>
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