Resenha – Primal Future: 2019 – Toxic Holocaust

O Toxic Holocaust, eterno projeto de Joel Grind, chega ao seu sexto full-lenght com o mais do que apropriado título Primal Future: 2019. E a exemplo do que ocorreu em todos os seus trabalhos anteriores, o álbum traz a tradicional mistura de speed, black metal e punk, e tudo mais que o underground metálico tem a oferecer.

Não espere muita técnica, solos intermináveis e mensagens pacifistas. Aqui temos o mais puro speed metal, como na faixa de abertura, a certeira Chemical Warlords, que lembra Hit The Lights, do Metallica, em seu andamento e possui um refrão legal pra diabo.

Mais pegada oitentista em Black Out The Code, também dona de um refrão fácil de grudar na mente. Conforme o álbum avança, outras pérolas vão aparecendo, como Defeated By The Roar, uma cacetada.

Time’s Edge, Primal Future e Iron Cage trazem uma sombria tempestade de metal e punk, do tipo que causa estragos nos shows com furiosos mosh pits. As influências de Discharge estão lá, é claro.

Joel Grind é um desses caras que realmente sabe o que está fazendo. É nítido e palpável o seu amor pelo metal oitentista e pelo punk rock, sendo esse o combustível que o faz carregar o Toxic Holocaust mundo afora, já tendo inclusive se apresentado no Brasil.

Vista seu colete jeans surrado, abra a cerveja e caia na roda! E, como já foi dito aqui antes, o mundo precisa de álbuns assim, datados e fantásticos.

Primal Future: 2019
Ano de Lançamento: 2019

Faixas:
1-Chemical Warlords
2-Black Out The Code
3-New World Beyound
4-Defeated By The Roar
5-Time´s Edge
6-Primal Future
7-Iron Cage
8-Controlled By Fear
9-Aftermath
10-Cybernetic War

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