Crítica | Phylogenesis – Abysmal Dawn

Formado em 2003, em Los Angeles, o Abysmal Dawn sempre se caracterizou por praticar um death metal veloz e extremo, porém com um acento técnico invejável, transformando a banda em um importante nome do chamado technical death metal.

Phylogenesis, lançado em plena pandemia, chega mais uma vez com os componentes tradicionais do Abysmal Dawn, a arte de capa extremamente bonita e uma formação na ponta dos cascos, impecável.

De fato, só ouvindo o álbum para acreditar na riqueza e originalidade dos arranjos, na cozinha precisa e nas guitarras que disparam sem cerimônia riffs, solos e harmônicos pra lá de complicados, tudo isso em meio a uma podridão infernal. Convenhamos, não é para qualquer um.

Destaques? Difícil apontar, porém The Path of the Totalitarian serve como um ótimo cartão de visita ao estilo da banda, trazendo tudo que foi citado no parágrafo anterior (que solo!).

Hedonistic, que ganhou vídeo, também traz os bumbos de James Coppolino destruindo tudo pela frente, sem dúvida um dos melhores bateras do estilo na atualidade. Vale lembrar que o atual batera do Morbid Angel, Scott Fuller, já comandou as baquetas do Abysmal Dawn.

Outras faixas que valem a pena serem ouvidas, são as certeiras Coerced Evolution, True to The Blind e a matadora versão para Flattering of Emotions, do saudoso Chuck Schuldiner. Muito bom!

Phylogenesis
Ano de Lançamento: 2020
Gravadora: Season of Mist
Gênero: Technical Death Metal

Faixas:
1-Mundane Existence
2-The Path of The Totalitarian
3-Hedonistic
4-A Speck in The Fabric of Eternity
5-Coerced Evolution
6-True to The Blind
7-Soul-Sick Nation
8-The Lament of Configuration
9-Flattering of Emotions (Death)

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