Entrevista | The Zasters: “Usar do nosso som pra ajudar as pessoas é bom demais”

The Zasters e um cão posam para a foto.

The Zasters é uma banda paulistana de rock alternativo, formada por Juliana Altoé (guitarra e voz), Andre Vitor (baixo e voz), Nabila Sukrieh (bateria e voz) e Rafael Luna (guitarra). Para criar as letras e melodias, se inspiram em Arctic Monkeys, Strokes, Franz Ferdinand, Warpaint e CSS.

Com cincos anos na estrada e letras em inglês, o quarteto já mudou de formação e testou sonoridades diferentes. Em 2017 lançaram o EP de estreia, This is a Disaster, com cinco faixas. Dois anos depois, divulgaram as canções Come See The Band e Going Down.

Já em junho deste ano, o grupo lançou o clipe da faixa Meltdown. O vídeo caseiro está em formato retrato, imitando o modo stories. Nele, os membros aparecem tocando o single, além de fazerem atividades cotidianas, como trabalhar no computador, brincar com os pets e pedir comida por delivery. O álcool em gel atua como coadjuvante, afinal o clipe foi filmado durante a pandemia.

As habilidades dos integrantes não se baseiam apenas na música: o clipe foi editado pela Ju e pelo Rafa, com arte da capa criada pela baterista Na.

Ademais, confira a seguir nossa entrevista com Rafael Luna, guitarrista da The Zasters:

Recentemente vocês divulgaram a faixa Meltdown e anunciaram a produção de novas músicas. Além disso, como tem sido a quarentena para a banda?

Sim, fizemos Meltdown cada um da sua casa. A Nabila escreveu a letra e uma base, e cada um foi adicionando uma coisa até chegarmos no resultado que tá lá no nosso Spotify!

Desde o começo da quarentena praticamente não nos encontramos pessoalmente, então essa música não tocamos juntos pessoalmente nenhuma vez ainda, foi feito tudo de forma 100% virtual, meio loucura isso, mas é o que estamos podendo fazer.

A pandemia atrapalhou os planos da The Zasters? Se sim, quais?

Atrapalhou demais! Nós temos um álbum composto e que estava com as datas de gravações todas marcadas, todas as guias finalizadas, capa pronta, toda equipe fechada pra gravar e produzir.

Mas por conta da pandemia, achamos mais prudente adiar tudo… Mesmo por que queremos fazer vários shows quando o álbum for lançado e sentimos que vale a pena esperar pra lançar quando for possível aglomerar uma galera pra fazer os shows.

Quais são os projetos futuros da banda? Haverão mais novidades para este ano?

Além do novo álbum, que tá em stand by durante a pandemia, estamos produzindo novas músicas de forma 100% DIY, eu mesmo estou mixando e cada um grava da sua casa. No mesmo esquema que fizemos Meltdown.

No momento temos 2 músicas sendo finalizadas, 1 delas é uma versão de uma das músicas do nosso primeiro EP que chama This is a Disaster, numa vibe totalmente diferente, e a outra é inédita, e deve sair junto com um clipe!

Vocês irão participar do evento Juntos Pela Vila Gilda. Quais são as expectativas e qual a importância de projetos assim?

Na hora que recebemos o convite não teve como dizer não! Poder usar do nosso som pra ajudar as pessoas é bom demais, ainda mais com vários artistas tão fodas. Esperamos muito que esse projeto faça toda a diferença na vida dos moradores do Dique da Vila Gilda.

Além de tudo isso, não é todo dia que temos a oportunidade de participar de um evento com artistas como Gilberto Gil, Armandinho, The Ataris, e várias bandas amigas que tem um puta trampo foda também, como são The Mönic, Der Baum, The Bombers, Gabriel Vendramini. Estamos na ansiedade!

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