Crítica | Patrulha Médica – temporada 1

Medical Police

O primeiro episódio da série Patrulha Médica (Medical Police) traz imagens familiares para o público. Diversas avenidas de São Paulo e a fachada de um dos campi da Universidade de São Paulo (USP) são mostrados.

Apesar de ser uma série norte-americana, a produção da Netflix tem muitas imagens rodadas em São Paulo. A Capital, por sinal, é o ponto de partida para uma investigação dos médicos que se tornam policiais por acaso.

Patrulha Médica acompanha dois médicos americanos (Erinn Hayes e Rob Huebel) que trabalham em um hospital infantil em São Paulo. Eles acidentalmente descobrem um vírus que ameaça a civilização. Logo são recrutados como agentes secretos do governo e entram em uma corrida contra o relógio para encontrar a cura.

Para complicar a situação, a dupla se depara com uma conspiração sombria envolvendo o surto. Com base no legado da série antecessora, Childrens Hospital, Patrulha Médica consegue transitar em três gêneros: suspense repleto de ação, romance misterioso e comédia.

Mesmo que consiga ser divertida em alguns momentos, Patrulha Médica, no entanto, esbarra num estereótipo que me incomoda. Retratar muçulmano como terrorista suspeito, italiano como fanfarrão que adora ser abraçado e beijado, entre outros preconceitos muito comuns para alguns realizadores norte-americanos.

Em resumo, são dez episódios com duração média de 25 minutos. Caso tenha uma segunda temporada, todavia, pode repensar alguns pontos e se tornar uma série mais interessante.

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