Crítica | Grace and Frankie – Sexta temporada

Uma das séries mais queridas da Netflix voltou com mais uma boa leva de episódios. Grace and Frankie retornou para a sexta temporada, com mais 13 capítulos.

Para quem busca uma produção com regularidade, que não perde força com o passar do tempo, essa é a pedida. Muito se deve ao elenco veterano de alto nível, com Jane Fonda, Lily Tomlin, Martin Sheen e Sam Waterson.

Nesta temporada Grace (Jane Fonda) se casa escondida com Nick (Peter Gallagher), seu namorado bilionário em Las Vegas e não conta para a sua melhor amiga, Frankie (Lily Tomlin). Quando ela descobre, as duas ficam sem se falar.

Nesse tempo, alguns velhos hábitos de Gracie voltam, e ela passa a ter o comportamento de quando estava casada com Robert (Martin Sheen). Mas um acidente no banheiro irá unir as duas novamente. E também irá trazer uma nova ideia de negócio para as duas. Tem até uma cena em que a dupla é chamada para o programa Shark Tank, com participação do elenco do reality show americano.

Já o casal Robert e Sol (Sam Waterson) passa por momentos tensos em relação à saúde. Além disso, decisões que não foram tomadas em conjunto irão atrapalhar a vida dos dois.

Os filhos não escapam das confusões. Brianna (June Diane Raphael) e Mallory (Brooklyn Decker) precisam resolver os problemas da empresa, enquanto Bud (Baron Vaughn) descobre algo sobre sua família biológica e um parente faz um pedido inusitado. Coyote (Ethan Embry) se apaixona por alguém do passado, mas isso pode deixar seu irmão Bud irritado.

O gancho que fica para ser explorado é: como todos esses problemas podem unir ou não os familiares? Grace and Frankie segue firme na qualidade, não deixando nada a desejar para outras produções mais populares.

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