Crítica: segunda temporada de The End of the F***cking World

Exibida originalmente no Channel 4, no Reino Unido, a série The End of the F***cking World ganhou fama internacional após chegar ao Netflix, no início de 2018. E o que parecia uma trama bem amarrada, com início, meio e fim, ganhou uma sequência inesperada.

A segunda etapa, que chegou à plataforma durante a semana, vem com mais oito episódios. E a boa notícia é que não estragou o arco aberto na primeira temporada.

Pelo contrário, introduziu uma ótima personagem (Bonnie, interpretada por Naomi Ackie), manteve o ritmo tenso dos episódios inaugurais e conseguiu achar uma ótima forma de resgatar tudo que aconteceu anteriormente.

Alyssa (Jessica Barden) ainda está enfrentando a repercussão dos eventos da primeira temporada. Para quem não lembra ou ainda não assistiu, a jovem assassinou um professor universitário e escritor serial killer, após invadir a casa dele e sofrer abusos do mesmo.

O namoradinho dela, James (Alex Lawther), que acreditava ser um psicopata, terminou a primeira temporada levando um tiro, após perseguição policial. Enquanto Alyssa acudia o companheiro, antes de ser presa, a série encerra a primeira etapa.

Quando inicia a segunda temporada, o público é levado a acreditar que James morreu. Alyssa está vivendo o luto, enquanto tenta seguir em frente. Ademais, ela conhece um novo namorado, que rapidamente vira o seu noivo.

Entretanto, as coisas mudam de figura quando James a procura em seu emprego. Ambos estão sendo perseguidos por uma seguidora e amante do professor serial killer, assassinado por Alyssa. Se não tem nada programado para o fim de semana, maratone a segunda temporada. Se ainda não viu a primeira, agilize!

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