Resenha: Bask – Bask III

A banda norte-americana de metal progressivo Bask lançou na última sexta-feira (8) terceiro disco de estúdio, Bask III. Com influências claras em artistas dos anos 1990 como Tool, a banda apela para uma sonoridade mais melódica. Apesar disso Bask apresenta um mix de melodia e brutalidade muito agradável aos ouvidos.

O álbum possui sete faixas, totalizando 36 minutos de progressões melódicas com uma base mais pesada.

O álbum

Apesar de ser um álbum curto, ele é bem estruturado e conclusivo. Além disso, ele também se mostra sendo extremamente constante, mas não a ponto de se tornar enjoativo.

A primeira faixa, Three White Feet, cumpre um papel fenomenal ao introduzir o conceito de III. A música, todavia, apresenta conceitos chave na desenvoltura do álbum.

Uma faixa que merece destaque é Stone Eyed. Esta é uma das mais energéticas do álbum, com um ritmo contagiante meio country que acaba transicionado lindamente em um trecho de post rock.

O álbum fecha com Maiden Mother Crone, que é uma conclusão plausível para todo o enredo apresentado. A música foca bastante na progressão. A princípio, a faixa por si só é bem sólida, mas ao ser inserida no contexto do álbum ela se torna um fechamento forte para um disco constante.

Considerações finais sobre Bask III

Apesar de ser um álbum de metal progressivo, Bask busca influências melódicas em diversos outros gêneros. Assim como havia dito anteriormente, a banda traz um pouco de country, adiciona-se uma progressão e ao mesmo tempo mantém o peso de suas músicas.

Como resultado, encontramos em Bask III uma produção muito bem realizada e bem executada.

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