Resenha – Humanicide – Death Angel

O que dizer do Death Angel? A banda foi formada no auge do thrash metal americano, em São Francisco, sendo álbuns como Act III (1990) e The Ultra-Violence (1987) verdadeiras bíblias do gênero.

Após o retorno em 2001, a banda vem gravando uma série matadora de álbuns, chegando em 2019 com Humanicide, que sem dificuldade alguma irá dolorir os pescoços (e ouvidos…) de antigos e novos fãs.

A produção é a melhor da carreira do Death Angel, soando pesada e harmoniosa, como todo thrash metal que se preze. Os eternos vocais de Mark Osegueda e os riffs fortes do guitarrista Rob Cavestany são o carro chefe de Humanicide.

De fato, o ouvinte será literalmente bombardeado por toda a extensão do álbum. A faixa-título traz uma intro à lá Judas Priest, para logo explodir em peso e velocidade, sendo a melhor do álbum.

Porém, a carnificina continua em Divine Defector (insana), Aggressor, I Came For Blood e Alive And Screaming, essa um thrash metal ligado no 220.

Pensa que acabou? Nada! Outros momentos de puro deleite podem ser ouvidos em The Pack, onde mais uma vez brilham os riffs de guitarra, e Ghost of Me, onde as linhas de baixo de Damien Sisson se unem às guitarras, criando mais um número perfeito.

Se você sabe o que é bom, escute Humanicide imediatamente. E como é gratificante ver o pessoal da velha guarda ainda quebrando tudo!

Humanicide
Ano de Lançamento: 2019
Gravadora: Nuclear Blast

Faixas:
1-Humanicide
2-Divine Defector
3-Aggressor
4-I Came For Blood
5-Immortal Behated
6-Alive And Screaming
7-The Pack
8-Ghost of Me
9-Revelation Song
10-Of Rats And Men
11-The Day I Walked Away

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