Crítica: Oso Oso – basking in the glow

Na última sexta-feira (16), a banda norte-americana Oso Oso lançou seu terceiro álbum. Intitulado basking in the glow, o álbum conta com dez faixas em um total de 35 minutos.

Tristeza, vai embora

Trazendo uma nova identidade, a banda aborda durante o álbum a passagem da tristeza e depressão para momentos melhores. De fato, o próprio título do álbum já traz tal perspectiva. Com tradução livre para “aquecendo-se na luz”, uma das possíveis interpretações do título é a de uma possível passagem de um passado ruim para um futuro otimista.

Neste álbum a banda abandonou a pegada mais melancólica dos lançamentos prévios. Analogamente a adoção de ideias mais otimistas, é perceptível uma mudança nas melodias, que se tornam ligeiramente alegres.

Em primeiro momento, ao nos depararmos com a faixa de introdução, é possível termos a impressão de que esse será mais um álbum triste e melancólico da banda. Porém, ao iniciarmos a segunda faixa, the view, temos uma surpresa bem agradável ao sermos recebidos com uma batida alegre e contagiante.

Além disso, vale também citar a faixa que da nome ao álbum, que é justamente a que segue the view. Basking the glow foge um pouco da estética emo, mas em compensação acrescenta bastante para o álbum como um todo. Com seu estilo mais espelhado no pop e indie rock atual, esta é certamente uma faixa de destaque.

Considerações finais do Oso Oso

Oso Oso realiza um ótimo trabalho em apresentar a sua nova fase. O que a banda executou em basking the glow é nada menos que um “emo feliz”.

Por mais que seja estranho dizer esta frase, a saturação dos sentimentos negativos dentro do gênero cria uma certa imagem equivocada do mesmo.

Basking the glow traz em diversos momentos a positividade como foco, trazendo novos ares para o estilo.

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