Falando Série #82 – Destaque no intervalo do Super Bowl, Hanna é ação do início ao fim

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Que o intervalo do Super Bowl é um dos espaços mais cobiçados por agências de publicidade e estúdios de Hollywood não é novidade alguma. Pois bem, em fevereiro passado, ninguém chamou mais atenção que Hanna, a nova série da Amazon Prime Video. O trailer da produção, que chegou ontem ao serviço de streaming, abafou qualquer possibilidade da concorrência fazer mais bonito por lá.

O mais legal disso tudo é que a expectativa corresponde com o resultado final. A primeira temporada de Hanna é de tirar o fôlego. É ação do início ao fim, com uma trama envolvente e com muitas reviravoltas. São apenas oito episódios, o que facilita a possibilidade de uma maratona já no fim de semana.

Criada em total isolamento em meio a florestas na Europa Oriental, Hanna, de 15 anos de idade (Esmé Creed-Miles), passou toda a sua juventude treinando para lutar contra aqueles que estão em uma verdadeira caçada por ela e seu pai mercenário, Erik Heller (Joel Kinnaman). Suas habilidades de sobrevivência são finalmente testadas quando ela e Erik são separados após serem descobertos por uma agente desonesta da CIA, Marissa Wiegler (Mireille Enos), e sua equipe de agentes.

Hanna não tem outra opção senão embarcar sozinha em uma jornada perigosa pela Europa, enquanto procura se reunir novamente com seu pai para fugir – e, finalmente, derrubar – os agentes perigosos que os atacam.

Baseada no aclamado filme de 2011 de Joe Wright, a primeira temporada de Hanna foi escrita por David Farr (The Night Manager), que coescreveu o longa-metragem original. A diretora Sarah Adina Smith (Legion) dirigiu os dois primeiros episódios da série, inteiramente filmados na Alemanha, Hungria, Eslováquia, Marrocos, Espanha e Reino Unido.

Enquanto constrói uma narrativa de ação e conspiração do seu roteiro, Farr também “reimaginou” o mundo de Hanna para as pequenas telas com uma intimidade extremamente convincente. Tendo um escopo mais amplo e abrangente para contar sua história, Farr desenvolveu uma história persuasiva de amadurecimento sobre uma jovem que está aprendendo – e experimentando – pela primeira vez o que é ser mulher no mundo moderno. Para quem assistiu ao filme e já tem uma familiaridade com a história, a série surpreende ainda mais. Confira!

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